terça-feira, 29 de julho de 2014

Byron





Dias atrás vi um filme chamado "As Pontes de Madison" e não poderia deixar de perceber o poema que se encontrava no livro ao qual o personagem interpretado por Clint Eastwood deixara para sua amada (Meryl Streep). A autoria do poema era de Lord Byron (1759-1824)... corri atrás e encontrei-o... lindo poema. 

There is a pleasure in the pathless woods,
There is a rapture on the lonely shore,
There is society, where none intrudes,
By the deep Sea, and music in its roar:
I love not Man the less, but Nature more,
From these our interviews, in which I steal
From all I may be, or have been before,
To mingle with the Universe, and feel
What I can ne'er express, yet cannot all conceal.


Há nas matas cerradas um prazer
Há nas encostas solitárias um arrebatamento,
Há sociedade, onde ninguém pode intrometer,
Pelo mar profundo, e música em seu lamento:
Eu não amo menos ao Homem, mas à Natureza mais,
Dessas nossas entrevistas, nas quais capturo
De tudo que eu possa ser, ou tenha sido tempos atrás,
Para me misturar ao Universo, e sentir puro
O que nunca posso expressar, ainda que não possa esconder


2 comentários:

antonio macedo disse...

Te agradeço muito pela tradução deste porema que há tempos procurava. Também quando vi o belo filme "As Pontes de Madson", que mexeu comigo, não pude deixar morrer a curiosidade de conhecer melhor este poema.
Antonio Macedo

antonio macedo disse...

Te agradeço muito pela tradução deste porema que há tempos procurava. Também quando vi o belo filme "As Pontes de Madson", que mexeu comigo, não pude deixar morrer a curiosidade de conhecer melhor este poema.
Antonio Macedo